BA: professora é indiciada por difamar colegas na web

A professora de português Celi Cristiane Machado Carmos, 51 anos, responderá por calúnia após quatro colegas procurarem o Grupo Especializado de Repressão a Crimes por Meios Eletrônicos (GME) para denunciá-la.

Segundo a Polícia Civil, Celi, que trabalha na Escola Municipal Cidade de Jequié, no bairro da Federação, em Salvador (BA), criou vários endereços de e-mails falsos e vinha denunciando os colegas a órgãos de controle para impedir que fossem reeleitos como gestores na unidade escolar em que trabalham.

A professora estava afastada das atividades na escola por conta de um acidente de trabalho e, nos últimos meses, vinha atacando os colegas por meio de mensagens eletrônicas contendo informações falsas sobre a conduta profissional deles. Para dar credibilidade às denúncias, Celi criou dezenas de endereços de e-mails e os acessava a partir de uma lan house.

Segundo o coordenador do GME, delegado Charles Leão, Celi utilizava um computador público para dificultar a sua identificação. “Mesmo que as investigações deste tipo de crime sejam mais demoradas, não são crimes insolúveis. Todas as dificuldades criadas pela autora foram afastadas. Foi necessário apenas identificar quem criou as contas, identificar as lan houses e constatar quem era o usuário do serviço”, explicou o delegado.

O HD do computador utilizado pela professora e um pen drive foram apreendidos e deverão ser periciados no Departamento de Polícia Técnica (DPT). Celi foi indiciada em inquérito policial e, se condenada, poderá pegar até dois anos de prisão. “A Internet não pode ser utilizada para a prática de atos furtivos como estes, uma vez que, por se valer do anonimato, quem acusa não permite defesa às vítimas,” salientou o delegado.


Fonte: Terra

Brasileiro ganha mais importante prêmio de matemática do mundo

Arthur Avila, recebendo premio no Congresso Internacional de Matemáticos

 

O matemático Artur Avila, 35, é o primeiro brasileiro a ganhar a Medalha Fields. Trata-se do prêmio mais importante da área. O anúncio foi feito pela União Internacional de Matemática (IMU, na sigla em inglês), que concede a condecoração. A premiação será feita no Congresso Internacional de Matemáticos, maior evento da matemática mundial, que começa nesta quarta-feira (13), em Seul, Coreia do Sul. Devido a diferença de fuso-horário, no Brasil, o congresso começa na noite de hoje.

A Medalha Fields foi concedida pela primeira vez em 1936 e, a cada edição, é entregue a, no máximo, quatro matemáticos com idade inferior a 40 anos, que tenham feitos notáveis. Ao todo, 52 matemáticos já receberam o prêmio. É um reconhecimento equivalente ao Prêmio Nobel da matemática.

A carreira de Avila começou cedo. Segundo informações disponíveis no portal da Academia Brasileira de Ciências, Artur Avila ganhou a medalha de ouro na Olimpíada Internacional de Matemática no Canadá, aos 16 anos, vencendo 411 oponentes de 72 países. Desde então, ainda cursando o ensino básico, o carioca passou a frequentar as disciplinas da pós-graduação do Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada (Impa), onde concluiu seu mestrado junto com o ensino médio. Assim, Avila não cursou graduação e foi direto para o doutorado no Impa, sob a orientação do acadêmico Welington de Melo.

Com 19 anos, Avila trabalhava em sua tese de doutorado na teoria de sistemas dinâmicos, concluída em 2001, quando partiu para um pós-doutorado na França. De 2003 a 2008, teve uma posição permanente no Centro Nacional de Pesquisa Científica, em Paris, e em 2008, tornou-se o mais jovem matemático promovido a diretor de pesquisa daquela instituição.  Ele ocupa a posição até hoje, dividindo o ano entre a instituição em Paris e o Impa, no Rio de Janeiro.

Os principais trabalhos científicos de Avila estão relacionados à teoria de renormalização, que desempenhou um papel fundamental na física de partículas e deu a Richard Feynman o Nobel de Física de 1965, e em física estatística, área em que Kenneth Wilson foi contemplado com o Nobel de 1982.

Além de Avila, os outros medalhistas de 2014 são o canadense-americano Manjul Bhargava, da Universidade Princeton; o austríaco Martin Hairer, da Universidade de Warwick; e a iraniana Maryam Mirzakhani, da Universidade Stanford.

O Brasil terá outros destaques no Congresso Internacional de Matemáticos. Esta será a primeira vez em que quatro matemáticos do Impa, incluindo Avila, participarão como palestrantes, dentre os cerca de 4,5 mil pesquisadores de centenas de países que apresentarão as novidades produzidas nos últimos anos na área.

Por meio de sua conta pessoal no Twitter, a presidenta Dilma Rousseff parabenizou o pesquisador pelo prêmio. Segundo ela, esse “reconhecimento mundial enche de orgulho a ciência brasileira e todo o Brasil”. “Avila foi escolhido, entre outros motivos, por seu trabalho com a área de sistemas dinâmicos, mais conhecida como a teoria do caos, que busca descrever e prever como evoluem todos os sistemas que mudam com o tempo”, escreveu Dilma.

Fonte: Agencia Brasil

PROFMAT – Inscrições abertas para Mestrado em Matemática

A Sociedade Brasileira de Matemática abre inscrições para o Mestrado Profissional de Matemática em Rede Nacional ( Profmat). As Inscrições estão abertas 01/08/2014 a  05/09/2014, sendo ofertadas vagas para professores em exercício na rede pública.

O Profmat é um Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Matemática, reconhecido pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), do Ministério da Educação. Ele é realizado por uma rede de Instituições de Ensino Superior, no contexto superior da Universidade Aberta do Brasil, e coordenado pela Sociedade Brasileira de Matemática (SBM).

O objetivo do programa é proporcionar a formação matemática aprofundada relevante ao exercício da docência no Ensino Básico, visando dar ao egresso qualificação certificada para o exercício da profissão de professor de Matemática.

CRONOGRAMA RESUMIDO

Publicação do Edital

15 de julho de 2014

Inscrições

01 de agosto a 05 de setembro/2014

Protocolo de Inscrição

A partir de 15 de setembro/2014

Solicitações relativas à inscrição

Até 30 de setembro de 2014 – No horário comercial de 9:00 às 18:00 horas

Solicitações de atendimento especial

Até 30 de setembro de 2014

Exame

01 de novembro de 2014

Resultados preliminares

Até 08 de dezembro de 2014

Pedidos de revisão

09 a 11 de dezembro de 2014

Resultados definitivos

Até 14 de janeiro de 2015

Matrículas – Fase 1

15 de janeiro a 30 de janeiro de 2015

Matrículas – Fase 2

02 de fevereiro a 13 de fevereiro de 2015

Encerramento das Matrículas

13 de fevereiro de 2015

Informações completas sobre o PROFMAT podem ser encontradas na página  internet http://www.profmat-sbm.org.br

“A razão da má escola não é a falta de tempo”, diz professor da USP

“Você pode fazer duas horas [de aula] por dia e ter uma educação excelente ou oito horas e ter uma educação porcaria”, essa é a opinião de Vitor Paro, professor titular da Faculdade de Educação da USP (Universidade de São Paulo). Ele se refere à animação (por vezes exagerada e ingênua) em relação à educação integral como caminho para melhorar a qualidade do ensino público.

Logo em seguida, Paro explica que não é contra aumentar o tempo de aula, mas acredita que esse é apenas um dos requisitos para uma educação de qualidade. O pesquisador é um dos autores do livro “Escola de Tempo Integral – Desafio para o Ensino Público“, que pode ser baixado gratuitamente na internet.

“A razão da má escola não é a falta de tempo. A escola que está ai não é ruim porque tem pouco tempo, ela é ruim porque tem um método ultrapassado e não existe a preocupação de educar. Só existe a preocupação de passar de ano. A nossa escola não é ruim hoje, ela sempre foi ruim”, afirma o professor.

Mais horas na escola

O professor e pesquisador da USP chama a atenção: antes de estender o período dos alunos na escola é preciso pensar na qualidade das atividades. Caso contrário, existe o risco de multiplicar a precariedade por dois — principalmente na escola pública. Ele aponta que ainda existe uma confusão entre o papel social e o educacional da escola em tempo integral. Muitas vezes o foco está em tirar o aluno da rua em vez de se priorizar a qualidade do ensino, como se fosse suficiente atingir o primeiro.

Para explicar, ele compara o processo de aprendizagem de crianças ricas e de pobres: “As crianças ricas já têm educação de tempo integral, mas não é que a criança tem que ir para a escola e ficar confinada. De manhã, ela tem aula e no outro período ela vai na academia, no futebol, aprende piano, aprende língua, ela tem propriedade de aprender o dia inteiro”, diz.

E ele aponta ainda a importância do ambiente cultural, que é diferente conforme o poder de compra: “Eles [os estudantes de famílias mais ricas] têm acesso a teatros, bibliotecas, ideias mais avançadas. Não é isso que oferecem para as pobres [na escola pública], o que você propõe é que o mesmo que ele faz de manhã ele faça a tarde”.

Ainda assim, o professor acredita que os alunos mais carentes acabam tendo uma melhora, pois o tempo adicional também é usado para revisões e brincadeiras, que, segundo ele, são importantes no processo de aprendizagem.

O educador fará uma palestra sobre o tema na tarde desta quinta-feira (22) na 21ª Educar/Educador, feira e congresso de educação, que acontece até o dia 24 de maio, na cidade de São Paulo.

O que é educação integral

Numa escola de tempo integral, o aluno teria sete horas de atividades. E a intenção é que as crianças e os adolescentes possam desenvolver outras habilidades e competências nas horas a mais. O foco estaria não apenas em reforço escolar, mas no desenvolvimento de projetos de esporte, comunicação e artes, sustentabilidade e educação ambiental.

A meta do governo federal para 2014 é atender um total de 7 milhões de alunos em 2014 por meio de um programa chamado Mais Educação.

Fonte: UOL

A escola como conhecemos vai desaparecer, diz educador português

A escola como o único “ambiente do saber”, como um conjunto de salas de aula, em que o professor ensina verticalmente um grupo de alunos, está com os dias contados. Isso é o que defende António Nóvoa, professor do Instituto de Educação da Universidade de Lisboa, em Portugal.

Durante palestra nesta sexta-feira (23) na feira Educar/Educador, Nóvoa disse que, por causa da tecnologia, os alunos hoje aprendem de uma forma muito diferente dos seus pais. Os conhecimentos são infinitos e transmitidos de forma horizontal. Por isso, afirma o educador, é preciso repensar o modelo lousa-professor-aluno.

“Não há nada que se assemelhe ao que estamos a viver. No futuro teremos uma escola muito diferente da que conhecemos. Haverá uma multiplicação dos espaços e um conjunto de professores que vão trabalhar em rede”, disse.

Em rede

“A escola não vai ser sinônimo de prédio escolar, ela vai dar lugar a essa rede de colaboração, de construção coletiva de um projeto educativo”.

Se os professores devem trabalhar cada vez mais em conjunto, a escola também vai precisar aprender a dialogar com outras instituições produtoras de conhecimento e de cultura no seu entorno. Para Nóvoa, a escola hoje se comporta como ainda estivesse no século 19, quando era isolada e representava o único “ambiente do saber” de cada comunidade.

“Chegou o tempo de pensar a educação para além da escola, de pensar todas as dimensões educativas que existem na cidade, na sociedade”.

Por fim, Nóvoa destacou que nada substitui o bom trabalho do professor. A diferença, diz o pesquisador, é que o educador não está mais sozinho e precisa aprender a trabalhar em rede.

Fonte: UOL

Aluno de creche integral pública custa pelo menos R$ 2.427,30 por aluno

Portaria do Ministério da Educação garante o investimento anual para unidades construídas em 2013.

Os governos municipais e o Distrito Federal deverão investir, pelo menos, R$ 2.427,30 por aluno de creche pública em período integral em 2013. O valor é 8% maior que o gasto mínimo por criança estabelecido no ano passado, quando o investimento anual era de R$ 2.075,13. Em portaria publicada pelo Ministério da Educação nesta sexta-feira, ficou garantido também o repasse do mesmo montante para novas escolas de educação infantil que ainda não constam no censo escolar, quando passam a ser atendidas pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais de Educação (Fundeb).

Os municípios podem investir mais do que isso, mas o Fundeb estabelece um custo mínimo por estudante para todas as etapas de ensino e complementa os valores para as redes que não conseguem pagá-lo com verbas próprias.

A mesma portaria estabelece o investimento de R$ 1.493,72 por aluno de creche pública em período parcial; R$ 2.427,30 por aluno de pré-escola pública em período integral e R$ 1.867,15 por aluno de pré-escola pública em período parcial. No ano passado, os valores fixados eram de R$ 1.383,42, R$ 2.248,06 e R$ 1.729,28, respectivamente.

No ensino básico, o mínimo que os governos devem gastar é R$ 2.243,71 por aluno.

Fonte:IG

Educação é ‘prioridade absoluta’, diz Dilma

A presidente defendeu programas de alfabetização na idade certa e escolas em tempo integral

Brasília – A presidente Dilma Rousseff disse mais uma vez, nesta quinta-feira (27), que a educação é uma “prioridade absoluta” de seu governo. O assunto tem sido tema frequente de seus discursos e, segundo ela, dá sentido a outras medidas tomadas pelo governo, inclusive as econômicas.

— O Brasil não terá crescimento sustentável se não investir em educação, e muito. Da creche à pós-graduação — disse a presidente, durante café da manhã com jornalistas — Se não colocarmos dinheiro em educação, não tem saída.

Segundo Dilma, a educação é o único fator que pode unir “os dois mundos” que existem no Brasil: o da extrema pobreza e o a da ciência, tecnologia e inovação.

— É a educação que une esses dois mundos. Para os adultos, o emprego tira da pobreza, mas criança só sai da pobreza com educação — comparou. — Não tem ciência e tecnologia num país que não tem massa crítica — acrescentou.

A presidenta defendeu programas de alfabetização na idade certa e escolas em tempo integral.

— Mas não só com esporte e artes. Escola integral com mais português, com mais matemática, com língua estrangeira — listou.

Fonte: O Globo

Comissão aprova canal aberto obrigatório para TV Escola

A Comissão de Educação e Cultura aprovou o Projeto de Lei 3333/12, do ex-deputado Cabo Juliano Rabelo, que obriga a União a destinar um canal nacional para transmissão da TV Escola.
Pela proposta, deverá ser reservado espaço nos sistemas digital e analógico, a menos que não haja canal analógico disponível na localidade. Atualmente a TV Escola pode ser vista apenas em canais pagos ou de recepção por antena parabólica e pela internet.
O relator na comissão, deputado Paulo Rubem Santiago (PDT-PE), disse que o projeto contribui para ampliar a audiência da “excelente programação” da TV Escola com “grande proveito e repercussão nas salas de aula de todo o País”. A proposta foi analisada no dia 21 de novembro.

TV Escola
Emissora pública do Ministério da Educação, a TV Escola foi criada em 1996 com a finalidade de aperfeiçoar a formação dos profissionais de ensino.
O canal exibe 24 horas diárias de séries e documentários, geralmente de produção própria, para o enriquecimento do processo de aprendizagem e a melhoria da qualidade de ensino básico.
São cinco as faixas temáticas da TV Escola: Educação Infantil, Ensino Fundamental, Ensino Médio, Salto para o Futuro e Escola Aberta. A emissora destina ainda dois horários para os cursos de língua estrangeira (inglês, espanhol e francês).

Tramitação
A proposta, que tramita em caráter conclusivo, ainda será analisada pelas comissões de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Fonte: Camaras dos Deputados

Atualidades são complemento à teoria aprendida em sala de aula, diz professor

Mais do que dominar o conhecimento adquirido na escola, os alunos que estão se preparando para os vestibulares precisam compreender as chamadas atualidades, que devem estar presentes no repertório do candidato.

“Atualidades são fenômenos que acontecem no ano e somente no ano, e o aluno tem que saber o porquê das coisas e saber relacioná-las com o conteúdo aprendido na escola”, explica Vera Lúcia da Costa Antunes, coordenadora geral do curso e colégio Objetivo.

Segundo Paulo Roberto Moraes, professor e coordenador de geografia do curso Anglo, não se pergunta sobre o fato em si, mas se usa o fato para falar sobre as ciências (geografia, física, química, história, biologia, etc). Portanto, o aluno precisa ficar de olho nos meios de comunicação, se informar e elaborar novas questões que possam ajudá-lo na hora dos estudos. Dessa forma, as atualidades passam a ser um complemento aos conceitos teóricos.

“O aluno precisa ficar atento aos fatos. Uso nas aulas, por exemplo, o Código Florestal, que é um assunto atual, para falar sobre o desmatamento no território brasileiro”, diz o professor.

Não basta se informar e passar horas estudando todo o conteúdo se o aluno não sabe ler o jornal. Habilidade na hora da leitura facilita a compreensão de todo o resto. “Para consolidar o conhecimento, é essencial que o aluno esteja bem informado. Ler o jornal é bom e faz com que ele tenha maior sensibilidade para interpretar e questionar os temas e acontecimentos sobre o mundo”, explica Moraes.

Para Vera Lúcia, o jornal é importante, também, para uma boa argumentação na hora da redação. “O editorial do jornal é ponto básico para desenvolver uma boa redação, pois isso dá argumentos e elementos para compor um texto articulado.”, afirma.
Apostas para 2013

Os vestibulares do fim do ano se aproximam e os alunos devem prestar atenção aos fatos mais recentes. Assim, os estudos não devem se restringir apenas aos livros e apostilas.

“As quatro áreas básicas, com os temas específicos dentro delas, que me parecem os mais pertinentes são: a política nacional, levando em conta a questão da corrupção e a ética em nossa política; a política internacional, relacionada ao terrorismo e o mundo árabe; economia e a crise do euro; e, neste ano, as olimpíadas a a sua contribuição para o bom relacionamento entre as nações.” diz Antônio Carlos Olivieri, diretor da Página 3 Pedagogia & Comunicação.

Para Vera Lúcia, as atualidades são geografia pura e aposta nas questões internacionais como tema recorrente nas próximas provas. “Acho que serão abordados o Rio + 20 e a política ambiental; os conflitos na Síria e as questões geopolíticas; a crise do euro; Paraguai versus Mercosul; o Governo Dilma e os problemas da infraestrutura brasileira; o sistema de cotas na educação brasileira; a monarquia europeia; a Venezuela e a questão dos direitos humanos; as eleições nacionais e as eleições mundiais; e a questão da usina hidrelétrica de Belo Monte”, explica.

Fonte: UOL

Nos EUA, aluna bissexual é impedida de assistir aula por usar camiseta “eu gosto de vagina”

Brianna Dematto, uma estudante secundária de Nova York, foi impedida de assistir aula na última terça-feira (2) por estar vestindo uma camiseta com a frase “Eu gosto de vagina”. Os funcionários da escola Newton High School, em Nova York, teriam considerado a camiseta “muito distrativa”.

Segundo reportagem do jornal New York Daily News, a garota considera que seu direito de expressão foi violado. Para Brianna, é hipocrisia da escola: “Se eles usam a palavra durante a aula, porque não posso usá-la numa camisa?”.

A jovem de 15 anos disse já ter usado a mesma camiseta outras vezes na escola sem que houvesse problemas. Um funcionário a viu no refeitório e pediu que ela trocasse de camisa ou fosse embora. Para o departamento de Educação municipal, o tipo de linguagem usado na camiseta é inapropriado para o ambiente escolar e pode causar conflitos.

Fonte: Yahoo noticias