Alunos que se candidatarem ao Fies terão que fazer o Enem

 

O Ministério da Educação divulgou, Nesta Quarta-feira, 14, estudantes Que Que pretendam custear uma Faculdade em 2011 com Recursos do Financiamento AO Estudante do Ensino Superior (Fies) devem Fazer o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

No entanto, de fazer uma com De acordo a Secretaria de Educação Superior (SESu), Ministério da Educação, A exigência do parágrafo Enem uma Concessão do Financiamento estudantil Aplica-se Apenas EAo Estudantes Que ingressarem no ensino superior uma Partir de 2011 Instituições, em Particulares. A Regra, no entanto, Não É valida parágrafo Que Já Estão os alunos regularmente matriculados em universidade OU Uma Ainda ingressarem em um 2010.

Entre as Mudanças estabelecidas, ESTA uma Redução da taxa anual de juros de 6,5% par 3,4%, o Período de carência, Que Passou de SEIS parágrafo 18 Meses Após a formatura, EO FIM do Prazo de solicitação. Hoje, o universitário PoDE pedir o Financiamento tempo qualquer um. Como não Inscrições devem PTPT Ser Feitas Até a Próxima sexta-feira, dia 16 de julho, página na do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep).

Fonte: Portal Terra

Lei que proíbe pancadas divide opiniões

Em filho meu, quem bate sou eu”. As ‘palmadinhas’ que os pais costumam dar nos filhos acreditando que vão educá-los estão prestes a se tornar ilegais. Está em tramitação projeto de lei no Congresso Nacional  proibindo castigos físicos às crianças e adolescentes. “Não acreditamos que a dor possa ser educativa. O carinho, sim, mas nunca a pancada, por mais leve que ela seja”, afirma o integrante do Conselho Estadual dos Direitos das Crianças e Adolescentes (Ceca), Edmundo Kroger. No mundo, 26 países já adotaram a medida, entre eles, Uruguai, Venezuela, Peru e Costa Rica.

O projeto foi elaborado por instituições e pessoas físicas que formam a Rede Não Bata, Eduque. Na quarta-feira, 15, foi enviado ao Legislativo pelo governo federal, com assinaturas favoráveis de três ministros. O castigo corporal, para eles, é visto como uma “ação de natureza disciplinar ou punitiva com o uso da força física que resulte em dor ou lesão à criança ou adolescente”.

Edmundo afirma que o castigo ocorre porque os pais desconhecem as consequências dele. “Não sabem que é ruim, prejudicial, que deixa marcas e traumatiza. O mais importante não é a lei, mas a abertura da discussão”, diz.

Proposta – Segundo a integrante do Projeto Proteger Eleonora Ramos, a ideia não é prender os pais das crianças que utilizam o castigo físico como forma de educação, e sim penalizá-los com advertências e encaminhamento a programas de proteção à família e orientação psicológica.

Conforme Eleonora, é preciso mais proteção para garantir uma boa convivência familiar  e um ambiente saudável. “É uma prática antiga que não reconhece a criança como cidadão. É como se ele fosse meio cidadão, mas ele tem, assim como os adultos, o direito de ter sua integridade física preservada. Bater em adulto também não é ilegal?”, argumenta.

Polêmica – A proibição causou polêmica entre pais. “Em filho pequeno, não adianta só falar, porque não entende. Tem que dar uma palmadinha na mão para ele saber que não pode pegar na tomada, por exemplo”, afirma a vendedora Diejane Nascimento de Santana, mãe de duas crianças. O aposentado Valter Ramos dos Santos, 68 anos, diz que as palmadas não são nada demais para educar os filhos.

Fonte: A Tarde

Estudo: 49% dos universitários já usaram drogas; 86%, álcool

De acordo com o 1º Levantamento Nacional sobre Uso de Álcool, Tabaco e Outras Drogas entre Universitários das 27 Capitais Brasileiras, divulgado pelo governo federal nesta quarta-feira, 49% dos quase 18 mil estudantes entrevistados disseram que já ter consumido alguma droga ilícita pelo menos uma vez na vida. Ainda segundo o documento, 86% disseram já ter consumido álcool, índice que baixa para 80% entre os menores de idade.

O estudo foi realizado pela Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (Senad), em parceria com o Grupo Interdisciplinar de Estudos de Álcool e Drogas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (GREAFMUSP). A análise foi feita entre os estudantes matriculados no ano letivo de 2009 de 100 instituições públicas e privadas de ensino superior. As perguntas foram feitas por meio de um questionário preenchido pelos próprios entrevistados. O levantamento pesquisou o uso das substâncias em alguma vez na vida, nos últimos 12 meses e nos últimos 30 dias.

Ainda de acordo com a pesquisa, 21% dos universitários fazem uso de produtos derivados do tabaco atualmente. Segundo os dados divulgados, 47% disseram já ter experimentado cigarro ou outros pelo menos uma vez na vida.

O consumo de drogas lícitas e ilícitas entre os universitários é mais frequente que entre a população em geral, de acordo com a pesquisa. Entre os que mais consomem as drogas ilícitas, estão os universitários de instituições privadas, do Sul e Sudeste do País, da área de Humanas, que frequentam as aulas no período noturno e por aqueles com mais de 35 anos.

Segundo a pesquisa, os dados levantados no Brasil são semelhantes aos observados entre os estudantes universitários americanos em relação ao uso de álcool, tabaco e drogas ilícitas. No entanto, os brasileiros preferem os inalantes, enquanto que nos EUA a droga mais usada é maconha.

“O levantamento é o primeiro no País a analisar o comportamento de jovens universitários em relação ao uso de drogas”, disse a secretária adjunta de Políticas sobre Drogas, Paulina do Carmo Arruda Vieira Duarte. Segundo ela, o Brasil possui hoje 2.252 instituições de ensino superior, totalizando mais de 5,8 milhões de estudantes universitários. De acordo com Paulina, a entrada na universidade, muitas vezes, inaugura um período de maior autonomia, possibilitando novas experiências, mas também se constitui em um momento de maior vulnerabilidade, tornando-os mais suscetíveis ao uso de drogas.

Fonte: Portal Terra

MG: aluno se recusa a tirar boné e agride diretora a tapas

BELO HORIZONTE – A vice-diretora do Centro de Assistência Integral à Criança de Juiz de Fora (MG), Maria Cristina Gomes Barbosa de Lima, 42 anos, registrou queixa na Polícia Militar por ter sido agredida com pontapés e tapas no rosto por um aluno de 13 anos, na manhã desta quarta-feira.

Segundo a educadora, as agressões teriam começado porque ela teria solicitado que o estudante retirasse um boné que usava em sala de aula, o acessório é proibido de acordo com Lei Municipal nº11890 de 2009.

Maria Cristina diz que a PM foi acionada porque, além de agredi-la, o aluno a teria ameaçado de morte. “Fui até a sala da sexta série e pedi que ele tirasse o boné, que é proibido dentro daquele ambiente. Ele me ofendeu com palavras de baixo calão, mas insisti que respeitasse as regras. Depois, irritado, ele ameaçou quebrar meu carro e partiu para cima de mim, dando chutes e tapas no meu rosto”, disse.

“Tive que chamar a Polícia Militar, pois senti que ele não estava falando só por falar. Ele gritava e apontava para mim dizendo que iria trazer uma faca e que iria colocar um ‘3 oitão’ (revólver) na minha cabeça. Mas não é a primeira vez que ele faz ameaças. Ele sempre está envolvido em brigas dentro da instituição”, afirmou.

A vice-diretora afirmou ainda que não é o primeiro caso de agressão contra funcionários da escola. “Casos como esse já aconteceram várias vezes. Já tivemos até um caso em que um aluno mordeu um funcionário. Mas como são menores de idade, eles dificilmente são punidos”.

O Conselho Tutelar também foi acionado e o caso foi encaminhado para a Secretaria Municipal de Educação de Juiz de Fora que irá apurar junto a família do aluno e a escola o que aconteceu. A mãe do garoto foi procurada pela direção da escola, mas não foi encontrada.

Fonte: Portal Terra

Governo regulamenta programa que financia laptops educacionais

Um Computador por Aluno (ProUca) vai permitir aos municípios e Estados comprarem portáteis com recursos do BNDES. Pregão está previsto para ser realizado no terceiro trimestre.

Escolas e municípios vão poder comprar laptops para crianças das escolas públicas com financiamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). A aquisição será feita por meio do Programa Um Computador por Aluno (ProUca), que acaba de ser criado pela Lei 12.249.

A Lei 12.249 foi aprovada pelo presidente Luis Inácio Lula da Silva no último dia 11/6 e publicada nesta segunda-feira (14/6) pelo Diário Oficial da União. Segundo o documento, o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) promoverá um pregão para compra dos portáteis fabricados pelas indústrias participantes do ProUca, com incentivos fiscais.

As especificações dos equipamentos e preços serão definidas por um edital, a ser preparado pelo FNDE. O órgão estima realizar a licitação até o terceiro trimestre deste ano. E a lei prevê que apenas os computadores cadastrados no Credenciamento de Fabricantes Informatizados receberão o financiamento do BNDES.

O ProUca é uma evolução do projeto-piloto Um Computador por Aluno (UCA), que prevê a compra de 150 mil portáteis para crianças da rede pública pelo governo federal. Na primeira etapa, a CCE/Digibrás venceu a licitação pública para entrega dos equipamentos.

O novo programa que está sendo instituído transfere a responsabilidade da aquisição dos laptops para as prefeituras e governos estaduais com ajuda do BNDES.

Fonte: UOL

Pesquisa: lei que torna bibliotecas obrigatórias será desafio

Municípios e Estados terão trabalho para cumprir a lei sancionada no dia 25 de maio, que determina que toda a escola pública e privada deve ter uma biblioteca até 2020. Segundo um estudo feito pelo movimento Todos pela Educação, somente o ensino fundamental terá que construir 25 bibliotecas por dia até o fim do prazo para se adequar à medida.

Os dados são baseados no Censo da Educação Básica de 2008. “Essa dificuldade é decorrente da falta de visão do Brasil sobre a importância da biblioteca. No mundo todo as bibliotecas são doadas por mantenedores que têm uma alegria imensa de poder doar um acervo”, diz Luis Norberto, do Comitê Gestor do Todos pela Educação.

A Lei 1.244/2010 determina toda escola tenha um acervo de livros nas bibliotecas de pelo menos um título por aluno matriculado. Cabe à instituição adaptar o acervo conforme as necessidades, promovendo a divulgação, preservação e o funcionamento das bibliotecas escolares. As instituições de ensino terão dez anos para instalar os espaços destinados aos livros, material videográfico, documentos para consulta, pesquisa e leitura.

Ainda segundo a pesquisa, o país tem um déficit de 93 mil bibliotecas no ensino fundamental, sendo 89,7 mil de escolas públicas e 3,9 mil de estabelecimentos privados de ensino. Já na educação infantil, apenas 20% das escolas possuem acervo literário e será preciso instalar 21 bibliotecas novas por dia para cumprir a nova lei. A situação menos grave é do ensino médio, que precisará adotar a medida em apenas 3.471 colégios.

Envolvimento de todos Norberto defende que, além da ação dos gestores, será necessário o envolvimento de toda a sociedade no desafio. “A lei é uma direção, mas ela não faz nada. Nós, sociedade, é que devemos fazê-la funcionar. A tarefa não é só dos gestores, imagine se cada empresário doasse um acervo para uma escola, em dois anos o problema estava resolvido”, diz.

O estudo do Todos pela Educação chama a atenção para outro fator que pode dificultar o cumprimento da lei: faltarão profissionais qualificados para trabalhar nesses espaços. A legislação estabelece que as bibliotecas devem ser administradas por especialistas da área – os bibliotecários. Mas, segundo levantamento da entidade, hoje há um total de 21,6 mil profissionais habilitados, enquanto o país conta com aproximadamente 200 mil escolas de educação básica.

Para Norberto, com a entrada obrigatória das crianças na educação infantil aos quatro anos, estabelecida por lei em 2009, e a implantação das bibliotecas, os alunos vão aprender a ler mais cedo. “É uma mudança radical e positiva. Daqui a dez anos, as crianças vão estar alfabetizadas aos 8 anos, é um futuro muito melhor”, afirma.

Fonte: Portal Terra

Médica paulista é morta a facadas por homem que conheceu pelo Orkut

Uma médica paulista de 40 anos foi morta a facadas, em frente a um hotel, em Torres Rio Grande do Sul, na sexta-feira (04). Segundo a Polícia Civil, o principal suspeito de ter cometido o crime é um marceneiro de 33 anos. O delegado Juliano Carvalho pediu a prisão preventiva do suspeito.

A médica, que morava no interior de São Paulo, e o marceneiro se conheceram pela internet, há cerca de três anos. Ele, que é casado, já disse à polícia que os dois não chegaram a ter um relacionamento amoroso, mas ela ia constantemente até Torres para tentar encontrá-lo.

Os dois haviam registrado boletins de ocorrência relatando ameaças e discussões. Ainda de acordo com a polícia, o marceneiro foi demitido de três empregos e reclamou que a médica ligava para seus patrões e fazia ameaças.

Segundo informações do G1, na sexta, ela teria ido até a casa da mãe do marceneiro para pedir ajuda para que os dois ficassem juntos. Irritado, ele teria seguido até o hotel e agredido a médica.

Fonte: Correio

Para diminuir evasão, universitários darão aulas de reforço

Para diminuir os índices de evasão e repetência e melhorar o desempenho de estudantes do ensino médio, universitários da área de licenciatura vão dar aulas de reforço de português e matemática para cerca de 3 mil estudantes do 9º ano de 98 escolas municipais do Rio de Janeiro. A iniciativa resulta de uma parceria firmada hoje (14) entre o Instituto Unibanco e a Secretaria Municipal de Educação, no prédio da Bolsa de Valores do Rio de Janeiro, no centro da cidade.

A secretária de Educação, Cláudia Costin, informou que oito escolas participam do projeto desde o ano passado e os resultados são tão positivos que a secretaria resolveu estender a experiência a 90 unidades da rede.

“Essas escolas receberam um reforço muito importante em 2009 para a melhoria da qualidade da aprendizagem para o 9º ano, que é um ano crítico para o sucesso no ensino médio, e também é um ano em que se acumularam déficits de aprendizagem recorrentes da implantação da aprovação automática, ou seja, é um ano que nos preocupa muito.”

Durante o evento, houve a premiação de alunos, coordenadores e diretores de escolas e estagiários que já participam do projeto, criado em 2007, e que já beneficiou 12 mil alunos por meio de um convênio com o governo do estado.

As aulas são ministradas por alunos das universidades do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Estácio de Sá, Castelo Branco, Veiga de Almeida e da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ), instituições parceiras na iniciativa.

As classes de reforço são formadas por até 30 alunos, que têm carga de estudos de quatro horas semanais. Para os universitários, a experiência vale como estágio supervisionado ou atividade complementar.

Para exercer a função, eles recebem uma bolsa-auxílio do Instituto Unibanco.

Fonte: Portal Terra

Chile aposta em SMS para alertar sobre terremotos

O Chile anunciou nesta terça-feira que apelará às mensagens de texto por celular para alertar sobre terremotos e tsunamis, fortalecendo o sistema de telefonia móvel numa tentativa de evitar que se repita o colapso das comunicações que aconteceu após o devastador terremoto de fevereiro.

Para que o sistema de alarme via SMS funcione, o plano do governo –que será implementado entre o fim deste ano e o primeiro semestre do ano que vem– busca triplicar a capacidade de envio e recepção de mensagens, disse o ministro de Transportes e Telecomunicações chileno, Felipe Morandé.

“O terremoto de 27 de fevereiro nos ensinou uma grande lição e essa lição é que não estávamos preparados como país nem como setor de telecomunicações para enfrentar uma catástrofe dessa natureza”, disse o ministro.

Após o recente terremoto de magnitude 8,8, o sistema de telecomunicações do Chile –um país altamente sísmico– entrou em colapso e foi praticamente impossível contatar outros através do celular. A eletricidade também foi cortada em várias partes do país, inclusive na capital, Santiago.

As áreas mais afetadas pela tragédia, situadas no centro e no sul do país, ficarem incomunicáveis e muitos usuários se irritaram com o mau serviço das empresas de telecomunicações.

O projeto que o governo enviará ao Congresso em breve– implica em aproveitar a alta penetração de celulares no país e criar um sistema de alerta antecipado que avise por SMS as famílias em zonas de risco de uma catástrofe e lhes indique como deixar a região ou agir em cada caso.

Fonte:Folha Online

Atividade avaliativa para o 1º ano K e M

Será realizado (em uma data à definir) uma atividade avaliativa valendo 4,5 (pontos) para o 1º ano K e M. Onde os alunos irão :

  1. Responder uma lista de exercícios (Operações de Conjunto);
  2. Responder uma das questões da lista de exercícios (selecionada na hora pelo professor) no quadro.

Baixe aqui a lista de exercícios

Obs. A nota só valerá para o aluno que cumprir as duas etapas.