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Professor terá computador de R$ 1,4 mil

BRASÍLIA – Uma portaria publicada no ” Diário Oficial da União ” de ontem lançou, pelo segunda vez em menos de um ano, o programa ” Computador Portátil para Professores ” que venderá notebooks mais baratos para professores da rede regular de ensino. O primeiro lançamento foi em julho do ano passado, em solenidade no Palácio do Planalto. Mas a crise internacional e a oscilação cambial fizeram com o que o programa fosse abortado. Com a estabilidade na relação dólar/real, a iniciativa foi ressuscitada, oferecendo um computador mais moderno, mas a um custo maior: R$ 1,4 mil, ante os R$ 1 mil previstos anteriormente.

No ano passado, o governo chegou a fazer os testes de adesão com os bancos e os Correios, mas veio a crise internacional e a cotação da moeda americana perante a brasileira disparou. O assessor especial de inclusão digital da Presidência da República, Nelson Fujimoto, lembra que o mercado de informática, sobretudo o de computadores portáteis, é extremamente dependente de insumos importados – os equipamentos são apenas montados no Brasil. ” Quando idealizamos o programa, o dólar valia R$ 1,60. Em outubro, quando ele entraria em vigor, o dólar estava em R$ 2,40. ” Com isso, o governo sequer chegou a conversar com a indústria, pois sabia que a iniciativa estava inviabilizada. Como o câmbio deu sinais de estabilização no atual nível, R$ 2,11, o projeto saiu da gaveta novamente. Para compensar o aumento do preço, o modelo do computador portátil também foi aprimorado. A memória RAM dobrou dos anteriores 512 KB para 1 mega e o disco rígido passou de 40 gigabytes para 80 gigabytes. A ideia é que o programa atenda os 3,4 milhões de professores do ensino regular – estão de fora professores de cursinhos para concursos, vestibulares e escolas de línguas. A partir da publicação da portaria, Nelson projeta um mês para os testes com os bancos conveniados – Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal. A partir de julho, o programa deve estar implantado em todas as capitais.

Fonte: Portal Uol

HOMEM vs MAQUINA

Esta batalha é tão antiga quanto o surgimento das maquinas, mas foi durante a Revolução Industrial que consistiu em um conjunto de mudanças tecnológicas com profundo impacto no processo produtivo em nível econômico e social, em que a mão de obra humana foi superada pela das maquinas, fazendo insurgir movimentos chamados de Luddismo contra essas alterações trazidas pela Revolução Indústrial.

A palavra Luddismo deriva do nome de um dos lideres do movimento Ned Ludd, que liderava as invasões nas fabricas para quebrar as maquinas, justificando por serem mais eficientes que os homens, logo tiravam seus postos de trabalhos.

O Luddismo se tornou um conceito político, para designar aqueles que se opõem ao progresso tecnológico ou tem medo da tecnologia. Hoje esses movimentos sociais são conhecidos como neo-luddismo.

Os Luddistas entraram para história como os quebradores de maquinas, já os neo-luddistas de hoje se opõem a utilizarem ou aprenderem a usá-las, rechaçando ou ignorando-as.

No mundo contemporâneo, as mudanças das Novas Tecnologias de Informação e Comunicação (NTIC) , já causam profundos impactos nos seios da família.

Hoje observamos o conflito entre pais e filhos, onde os filhos são nativos desse novo  mundo,  eles nascem íntimos dessas novas tecnologias e as usam sem dificuldades, na maioria das vezes sem receber nenhuma instrução. De outro lado, os pais são imigrantes desse novo mundo, tendo muitas dificuldades em lidar com as NTIC, como precisam se adequar para sobreviver nesta nova realidade e não ficarem as margens do progresso ou não ficarem obsoletos, passam a serem ensinados pelos filhos  (representantes do novo ou do progresso).

Por: Sógenes Geraldo
Autor do blog