Archive for the ‘Tecnologia educativa’ Category.

MEC gasta R$ 110 mi em tablets sem plano pedagógico prévio

O MEC vai gastar cerca de R$ 110 milhões na compra de tablets para serem usados em sala de aula, mesmo sem ter produzido um estudo definitivo sobre o uso pedagógico dos aparelhos. Uma licitação para a aquisição de 900 mil aparelhos teve início na semana passada.

A informação é da reportagem de Breno Costa e Renato Machado publicada na edição desta quarta-feira da Folha. A íntegra está disponível para assinantes do jornal e do UOL (empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha).

A pasta afirmou que o desenvolvimento do método pedagógico vai acontecer na prática, após a aquisição das máquinas. Elas serão usadas na formação de núcleos, como parte de um plano piloto, em que professores e alunos trabalharão com os tablets para depois disseminarem o aprendizado.

A pesquisadora da UFRGS (Federal do Rio Grande do Sul) Léa Fagundes, coordenadora do programa ministerial no Sul e no Amazonas, afirma ser favorável ao uso do tablet, mas diz que a discussão sobre a compra do aparelho não passou por pedagogos.

Fonte:Folha.com

Pernambuco vai distribuir tablets a alunos do 2º e 3º anos

A Secretaria de Educação de Pernambuco vai distribuir tablets aos 170 mil estudantes do 2º e 3º anos do ensino médio das escolas estaduais.

A licitação, no valor de R$ 170 milhões, foi concluída nesta quinta-feira, e a entrega dos aparelhos será feita em março, disse o secretário estadual da Educação, Anderson Gomes.

Segundo ele, os recursos são do Estado, e a decisão de investir nos equipamentos foi tomada porque o governo optou por “olhar para o futuro”. “Trata-se de uma mudança de paradigma. Vamos colocar nosso ensino no século 21″, disse.

Dados divulgados em abril de 2011 pelo Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado de Pernambuco revelaram que 96,3% das 163 escolas públicas consultadas pela entidade se queixavam de problemas estruturais, como falta de professores nas salas de aula e de segurança.

O secretário disse que novos professores foram contratados e que, desde 2007, “praticamente todas as escolas do Estado foram recuperadas”.

“Naturalmente, vamos encontrar problemas pontuais, mas existem programas de manutenção, de construção de escolas e é preciso investir mais na qualidade.”

Os aparelhos doados permanecerão com os estudantes após a conclusão do ensino médio, o que obrigará o Estado a adquirir novos aparelhos todos os anos.

Os tablets terão teclado físico, tela touch screen, memória de 4 GB e sistema operacional Windows. Parte do material pedagógico será inserido nos aparelhos.

De acordo com o secretário, 88% das 1.100 escolas estaduais pernambucanas têm acesso à internet com velocidade de 2 GB, e 40% delas possuem rede sem fio.

Desde 2008, os 26 mil professores da rede estadual recebem créditos para a compra de notebooks. Os docentes do ensino médio, segundo Gomes, serão treinados para trabalhar com os tablets.

Fonte: Folha.com

Cibercultura: o que muda na Educação

Série “Cibercultura: o que muda na Educação” – Salto para o Futuro/TV Escola (MEC) – 25 a 29 de Abril de 2011 – consultoria de Edméa Santos (PROPED-UERJ).

Playlist com 5 vídeos:

1: EAD: antes e depois da cibercultura; 2: A docência online; 3: Currículo multirreferencial; 4: Outros olhares sobre cibercultura e educação; 5: Cibercultura e educação em debate.

A Publicação Eletrônica n. 3/2011 referente à série encontra-se disponível para download.


Fonte: Blog de João Matar

Facebook lança guia para ajudar professores a usar mídia social

O Facebook lançou nesta semana um guia que pretende ajudar os professores do mundo todo a entender e aproveitar a mídia social na sala de aula. Chamado de Facebook para Educadores, o material é gratuito e pode ser acessado no endereço http://facebookforeducators.org/.

O guia foi escrito pela especialista em educação Linda Fogg Phillips, pelo mestre Derek Baird e pelo doutor. BJ Fogg. Segundo Phillips, “os professores estão reconhecendo que precisam ter um melhor entendimento sobre o Facebook e utilizá-lo de forma positiva e produtiva para apoiar a educação dos alunos do século 21″.

A especialista afirma que o Facebook influencia todos os aspectos da sociedade e está mudando a maneira de se comunicar e interagir. “Os professores precisam conhecer e entender essa tecnologia para que sejam capazes de atender às necessidades educacionais dos alunos de hoje. Também precisam saber ensinar e estimular seus alunos a serem bons ‘cidadãos digitais’”, diz.

Segundo Phillips, os educadores podem utilizar a mídia social como forma de aprendizado em sala de aula. “Os professores que entendem que uma das ferramentas mais poderosas para o ensino é também um meio que promove o entusiasmo pelo aprendizado, têm grande capacidade de engajar seus alunos em uma experiência de aprendizado ativa. Alguns professores estão usando o Facebook como uma ferramenta para apoiar discussões em classe, ampliar a conscientização de eventos e causas, estimular a colaboração entre os alunos e encorajar o aprendizado além da sala de aula”, afirma.

Ela afirma ainda que a ferramenta para os professores foi desenvolvida para oferecer informações atualizadas sobre o Facebook, além de conteúdo sobre como utilizar a mídia como uma ferramenta de suporte para a educação. “Os professores encontrarão tutoriais fáceis de entender, informações mais detalhadas, dicas e ideias criativas sobre o uso do Facebook na educação”, completa.

Por enquanto o material está disponível apenas em inglês, mas, segundo o Facebook, em breve será traduzido para outros idiomas.

Fonte: Terra

Dilma quer banda larga popular de pelo menos 1 Mega

Banda larga é assunto sério no governo federal. A presidente Dilma Rousseff deu a ordem: quer que a conexão popular seja de pelo menos 1 Mega para todos os brasileiros, de acordo com informações divulgadas pelo jornal Folha de São Paulo durante o fim de semana.

No projeto antigo do Plano Nacional de Banda Larga (PNBL), a meta das operadoras de telefonia era oferecer conexões de 600 Kbps por R$ 35 mensais (nos Estados em que não houve redução de ICMS para o serviço). Dilma agora exige que a conexão de 1 Mega seja oferecida pelos mesmos R$ 35 mensais. A decisão já foi repassada ao ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, para que ele volte a negociar com as telefônicas.

A banda larga popular será mais barata em alguns Estados que concordaram em reduzir os impostos desse serviço. Segundo a Folha, navegar a taxa de transmissão de 1 Mbps (para downstream) custará R$ 28,90 nesses Estados.

Uma grande mesa de negociações foi instalada no Planalto para convencer as operadoras (e principalmente dar incentivos) para que ofereçam a conexão com a internet nas condições definidas pelo governo. Dilma Rousseff já entendeu que a contrapartida para isso é permitir que as telecoms entrem no mercado de televisão por assinatura, serviço que atualmente é restringido pela lei vigente (e a gente bem sabe que não tem adiantado muita coisa). Seria uma forma de obter receitas que permitam às teles fazer o investimento necessário para que o PNBL saia do papel.

Entre as motivações da presidente para essa mudança, a mais latente é o comparativo mundial de velocidade de acesso. 600 Kbps é muito pouco perto dos 100 Mbps almejados por plano similar nos Estados Unidos. Dilma Rousseff quer abolir o termo “kilobits por segundo” no Brasil. Tomara que dê certo!

Fonte: Folha de São Paulo

Celulares ajudam na alfabetização de jovens paquistanesas

Uma parceria entre a Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura (Unesco) e a empresa de celulares Mobilink forneceu a jovens paquistanesas acesso à alfabetização.

O projeto piloto teve início em 2009 e durou cinco meses, com a entrega de aparelhos de celular para 250 adolescentes. Todos os dias, elas receberam mensagens de texto em urdu, o idioma oficial do Paquistão e precisaram responder a esses alertas. As garotas tiveram a ajuda de dez professores indicados por uma ONG do país.

As alunas foram avaliadas pelo aprendizado e por ganho de conhecimentos. No começo do projeto, 57% das adolescentes tiraram nota C e apenas 28% conseguiram nota A. Perto do fim do programa, a situação foi revertida: mais de 60% das garotas conseguiram nota A e 11% tiraram nota C.

Com o sucesso do projeto piloto, a Unesco e os parceiros decidiram expandir o programa e incluir outras 1.250 garotas de áreas rurais em distritos da cidade de Punjab.

ODM
O diretor da Unesco no Paquistão, Warren Mellor, afirmou que a tecnologia moderna pode ajudar a alcançar a meta da alfabetização universal. Ele lembrou que o país está comprometido a ter 86% da população alfabetizada até 2015.

Na opinião do presidente da companhia Mobilink, Rashid Kahn, os celulares são a chave do desenvolvimento social e o programa no Paquistão quer garantir que as mulheres sejam parte desta revolução.

Fonte: Portal Terra

Telecentros receberão R$ 165 milhões do governo

Meta é ampliar rede com cerca de 3 mil unidades e reformular as 5,6 mil já existentes, com novas máquinas e conexões mais rápidas.

O governo federal anunciou nesta quarta-feira (24/2) a implantação em todo o País de 3 mil novos telecentros e a reformulação dos já existentes. Serão utilizados para o projeto 165 milhões de reais, em recursos orçamentários dos Ministérios das Comunicações, Ciência e Tecnologia e Planejamento, de acordo com o jornal O Estado de S.Paulo.

Diante do cenário previsto pelo governo, dos 5,6 mil telecentros existentes, 80% terão uma conexão à internet de melhor qualidade, 20% terão novas máquinas, e 4,4 mil passarão a contar com o trabalho de monitores.

Cerca de 64,35 milhões de reais serão utilizados na compra de móveis e equipamentos, além dos computadores; 26,4 milhões para a conexão à internet; 57 milhões servirão para arcar com a bolsa dos 8.600 monitores; e os 10% restantes, serão para o acompanhamento e gerenciamento do programa.

De acordo com o coordenador do programa de inclusão digital do governo, Cezar Alvarez, a distribuição dos equipamentos começará em 90 dias e o objetivo é atingir a marca de 14 mil telecentros em operação.

Chamada pública
O governo oferecerá também nesta quarta-feira (24/2) a chamada pública que irá escolher as empresas interessadas em apresentar propostas. O prazo para essa apresentação será de 60 dias, após esse período o governo terá 30 dias para julgar as propostas.

Entidades públicas sem fins lucrativos, organizações não-governamentais (ONGs), prefeituras e associações de bairro poderão se candidatar à seleção do programa de telecentros.

Fonte: Folha Online

Banda larga dos pobres já existe

O presidente Lula promete colocar banda larga na casa de cada brasileiro –o que sairia por R$ 180 bilhões e demoraria cinco anos. No mínimo.

A banda larga dos pobres, porém, já existe e, com pouco dinheiro, poderia crescer rapidamente –mas quase ninguém dá importância. São as lan houses.

Colhi documentos oficiais e do Ibope que mostram que são hoje, no país, 180 mil lan houses, que atendem 31 milhões de pessoas, a imensa maioria delas pobres –o detalhamento está no www.catracalivre.com.br. Ou seja, a inclusão digital no Brasil é informal e, na prática, clandestina.

Diante desses números, fica óbvia –pelo menos para quem deseja evitar desperdícios– que deveria haver um plano de apoio à rede de lan houses para que exerçam um papel de centros comunitários digitais. Poderiam ser tanto um “poupatempo”, aproximando o cidadão dos serviços públicos, com uma extensão da sala de aula.

Em algumas cidades, criaram o vale-internet: o aluno recebe o vale e pode gastá-lo numa lan house que oferece um professor.

Essa proposta não tem a grandiosidade marqueteira de oferecer banda larga para todos mas, por ser barata e rápida, pode ajudar imediatamente os mais pobres.

Fonte: Folha Online

Portal promove inclusão social e digital dos índios brasileiros

A inclusão social e digital  dos indígenas brasileiros está, aos poucos, se transformando em realidade. Usando como principal ferramenta o software livre, o portal Web Brasil Indígena foi criado com a finalidade de promover a inclusão e já começa  a atingir as comunidades indígenas espalhadas por todo o país.

A tecnologia do software livre foi adotada porque “era mais interessante e colaborativa”, disse hoje (10) Anápuáka Muniz Tupinambá Hã hã hãe, índio da etnia Tupinambá, ao participar  do Encontro de Negócios em Software Livre, no Info Rio 2009 – 7º Encontro Nacional de Tecnologia e Negócios. O evento é promovido pelo Sindicato das Empresas de Informática do Estado do Rio de Janeiro (Seprorj).

Coordenador-geral de tecnologia da informação e comunicação (TIC) do Web Brasil Indígena, Anápuáka Muniz afirmou que os resultados iniciais são promissores, embora tenha salientado que para incluir é preciso que haja a parceria do governo.

O portal utiliza os pontos de acesso à internet disponibilizados pelo governo federal nas aldeias. “Isso é um primeiro ponto para a gente: poder utilizar essa tecnologia”. O portal usa as ferramentas de mídia do software livre e promove sua adaptação e flexibilização às etnias indígenas”.

De modo geral, Muniz disse que os índios têm confiança apenas em profissionais também indígenas. “Porque você colocar tecnologia em um local  onde as pessoas não estão acostumadas, é uma questão de confiança. Quando um indígena leva,  ele é parente, é responsável, porque não vai levar nada  que destrua. Então, a nossa visão é  cultural mesmo, de sustentabilidade, porque ele tem que ganhar dinheiro, mas está levando a cultura delepara a sociedade, porque está gerando conteúdo.”

Por meio do portal,  os indígenas são apresentados ao lado bom das tecnologias, disse Muniz. Eles escolhem as mais adequadas. “Essa é a nossa visão”. O projeto não conta com apoio governamental, lastimou Anápuáka Muniz. “Precisamos ter. A  gente não tem uma grande plantação. Mas,  faz a nossa hortinha  e ela está dando bons frutos”.

Ele pretende levar o pleito às autoridades federais. Para isso, procura participar de todos os eventos relacionados à tecnologia da informação. “Até para eles poderem enxergar a gente.  Não é só chegar lá  batendo na porta com uma ideia na cabeça. É mostrar que a gente já está mudando e está levando resultados já presentes. Espero que o governo venha  olhar para a gente, sim, com uma boa participação”.

O Web Brasil Indígena gera conteúdo étnico e de mídia  em todas as áreas, com a meta de mostrar à sociedade o passado, presente e futuro dos indígenas brasileiros. A idéia é mostrar mais conteúdo para o povo brasileiro, afirmou Anápuáka Muniz. No portal, também é possível ter acesso à cultura indígena contemporânea, por meio da rede social Aldeia Brasil Indígena, além de material para pesquisadores e estudantes indígenas no blog Acadêmico WBI.

Fonte: Software livre.org

A tecnologia e a educação de mãos dadas

microsoft

Professores antenados com seu tempo, alunos mais motivados em aprender e escolas prontas para os desafios do século XXI. Com esses três objetivos em mente, a Microsoft, por meio da Iniciativa Parceiros na Aprendizagem, vem desde 2003 desenvolvendo Programas Educacionais para apoiar a educação com práticas inovadoras nas quais a tecnologia propicia avanço tanto nos processos de ensino-aprendizagem quanto na gestão escolar.

Para implementar os Programas Educacionais, a Microsoft tem realizado parcerias com universidades e instituições que se destacam no estudo e aplicabilidade do uso das Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) para intensificar a inclusão digital e social.

Agora, essa experiência acumulada está à disposição de escolas e professores interessados em renovar sua prática pedagógica. Todos os conteúdos dos Programas Educacionais Microsoft (apostilas, livretos, vídeos, sites, cursos e produtos voltados à educação) estão reunidos em um mesmo espaço: o site Conteúdos Educacionais – www.conteudoseducacionais.com.br

Os conteúdos estão disponibilizados gratuitamente, bastando apenas se cadastrar para fazer download dos Programas que mais interessarem.

Esses materiais estão distribuídos por áreas de interesse:

  • Escolas Inovadoras
  • Alfabetização Digital
  • Comunidade Conectada
  • Programa Escolas de Tecnologia Inovadora
  • Programa Escolas Inovadoras – Lumiar
  • Segurança na Web
  • Programa Escola Digital

Educadores Inovadores

  • Alfabetização Digital
  • Currículo Educacional
  • Objetos de Aprendizagem
  • Office Online
  • Princípios de Aprendizagem
  • Programa Aprender em Parceria
  • Programa de Acessibilidade
  • Programa Desafio Digital
  • Programa Gestão Escolar e Tecnologias
  • Segurança na Web
  • Software Microsoft® Matemática

Alunos Inovadores

  • Alfabetização Digital
  • Office Online
  • Princípios de Aprendizagem
  • Programa Aluno Monitor
  • Segurança na Web

Dessa forma, educadores de todo Brasil podem acessar estes recursos, que irão contribuir para estimular suas habilidades pedagógicas, para que seus alunos aprendam mais e melhor e, assim, ajudar a desenvolver cada vez mais a educação brasileira.