Internet pela tomada eletrica deve chegar no Brasil

Estamos cada vez mais próximos de utilizarmos a internet conectando-nos através de uma tomada de energia elétrica. Se você pensa que isso só acontecerá daquii muitos anos, está enganado.

A Anatel, agência reguladora das telecomunicações, e a Aneel, agência que cuida das questões de enegia elétrica, estão preparando tudo, para que possa ser lançado no Brasil a internet via fios de eletricidade, tecnologia chamado de Power Line Communication (PLC).

As redes do Brasil estão tecnicamente prontas para receber o serviço, seria apenas necessário fazer alguns ajustes. Como instalar roteadores nos postes e um modem teria que ser instalado na casa do cliente.

“Estamos querendo baixar o custo dos serviços, e isso acontece ampliando a oferta. Hoje temos banda larga por cabo, por satélite, por frequência, e por que não pela rede elétrica?”, questionou Emília Ribeiro, responsável pelo assunto dentro da Anatel.

Essa tecnologia permite um acesso a internet na velocidade de 20 megabits por segundo (Mbps), duas vezes mais do que é oferecido hoje, pela maioria dos provedores de banda larga. Com equipamentos mais moderno é possivel alcançar a velocidade de 200 Mbps.

A nova forma de navegar na internet conta com o apoio do governo, pois muitos brasileiros que não tem acesso a rede mundial, ganharão essa oportunidade. Por que apenas 3%  da população não possui energia eletrica, mas esse índice deve chegar a 0% no final de 2010.

Outra vantagem do serviço é que haverá um queda  drástica nos preços das mensalidade pagas para ter internet em casa, por que atualmente o mercado é dominado por operadoras de telefonia fixa.

Mesmo com tudo em mãos, teremos que esperar até que as empresas distribuidoras de energia elétrica se regularizem e começem a fazer as instalações necessárias.

Fonte: Mega Cubo

3 Comentários

  1. ANDREA BARRETO:

    VC VIU ESSA REPORTAGEM DA SEPRO?

    Internet virá pela tomada elétrica

    Empresas de eletricidade esperam começar a oferecer acesso em 2005. O acesso à internet poderá ser feito pela tomada de energia, se tudo der certo, a partir do ano que vem.

    As empresas brasileiras de eletricidade preparam-se para lançar comercialmente a tecnologia powerline communications (PLC), que permite empregar a infra-estrutura de energia elétrica para serviços de telecomunicações. Segundo o gerente de Rede e de Telecom da Light, Paulo Magalhães, tecnicamente, a solução já foi aprovada, após mais de 20 meses de testes em oito edifícios no Rio, sendo quatro de uso comercial e quatro de uso residencial.

    “Os resultados foram inteiramente aprovados”, disse Magalhães. Antes de ser lançado comercialmente, o serviço ainda precisará ser regulamentado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). “Como o governo já se manifestou favorável à inclusão digital e ao aumento da concorrência, acredito que não haverá problemas na aprovação do novo serviço.”

    Em São Paulo, a Eletropaulo começou os testes em 2001. A empresa já usa internamente a tecnologia. Dois totens em sua agência do Anhangabaú oferecem acesso ao site da empresa usando o PLC. Em parceria com o governo do Estado, a Eletropaulo oferece acesso à internet para a Escola Estadual Miss Browne, no bairro de Perdizes, na capital. Hoje, são dez computadores, mas a capacidade do sistema é muito maior. O PLC também é usado para transmitir imagens do sistema de segurança da Eletropaulo.

    “O modelo comercial ainda não está definido”, afirmou o gerente de Automação da Eletropaulo, Paulo Roberto de Souza Pimentel. Para definir esse modelo, a empresa prepara, até o começo do ano que vem, uma operação pré-comercial de acesso à internet, que atenderá de 400 a 600 clientes. A companhia também planeja usar a tecnologia, até o fim do ano, fazer a medição remota do consumo de 2 mil clientes.

    Segundo Magalhães, da Light, o novo serviço está sendo testado por outras distribuidoras, como a Cemig (MG) e Copel (PR), e cada tomada de energia elétrica poderá se transformar em um ponto de telefonia, de acesso à internet ou para a transmissão de vídeo. Para isso, será suficiente instalar um modem no transformador de baixa tensão da rede elétrica, próximo à residência/empresa cliente. “O nosso serviço ficará disponível até quando faltar energia elétrica.”

    Magalhães não quis dar indicações quanto às tarifas que poderiam ser cobradas através do PLC. Segundo ele, já há “dezenas de milhares” de usuários dos serviços, especialmente na Europa, com destaque para Alemanha, Áustria, Suíça e Espanha. Na França, embora já tenha feito diversos testes, a estatal EDF, dona da Light no Brasil, não pode oferecer os serviços, que são exclusividade de outra estatal, a France Telecom.

    Além da aprovação do governo, outro fator-chave para o novo serviço é a formatação do negócio. Magalhães disse que a Light tem conversado com “alguns investidores”, mas ainda não se definiu quanto ao modelo de negócios. Na sua avaliação, a entrada das empresas do setor elétrico ofertando infra-estrutura para serviços de telecomunicações não chega a ser ameaça às empresas de telecomunicações. “A disputa maior será entre os produtores de conteúdo, que terão mais opções para chegar ao consumidor. Na área de infra-estrutura física, tende a haver complementação de atividades.”

    A Anatel informou que não existe prazo para regulamentação e isso depende mais das demandas da indústria. Segundo a Aneel, o serviço deve ser regulamentado no próximo ano. (Colaborou Renato Cruz)

    OU SEJA A TEMPOS COMEÇARAM OS TESTE A PQ ATÉ AGORA NADA FOI CONCRETIZADO??????????????

  2. Cesar Augusto:

    eu acho que vai ser bem melhor. porque eu tenho para mim, que não vai ter quedas na rede.

  3. Luiz Carlos:

    Bom, será para as regiões em que a energia, não ficam dando susto toda hora que vc, está baixando um documento impotante, um filme etc. Agora na regiões centro oeste a coisa vai ficar complicada,é só chover que a energia some.

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