Programa brasileiro ajudará Haiti na área de ensino superior

O Diário Oficial da União publica nesta quinta-feira, dia 29, a portaria do Ministério da Educação que institui o programa emergencial Pró-Haiti em Educação Superior. O objetivo é contribuir para a reconstrução do país, devastado por um terremoto que matou mais de 200 mil pessoas em janeiro.

Consequência de um memorando de cooperação firmado em fevereiro pelos governos do Brasil e do Haiti, em Porto Príncipe, o programa vai apoiar a formação de recursos humanos e a reestruturação das instituições de ensino superior haitianas. A gestão é da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), da Secretaria de Educação Superior (Sesu) do Ministério da Educação e do Ministério das Relações Exteriores.

Haverá cooperação acadêmica nas modalidades de graduação, graduação-sanduíche (quando parte do curso é concluída em outro país por meio de convênios entre instituições de educação superior), pós-graduação plena e pós-graduação-sanduíche.

O programa também vai custear bolsas de mestrado e doutorado para estudantes haitianos no Brasil e cursos de português em universidades brasileiras, além de oferecer programas acadêmicos de curta duração para que professores e pesquisadores brasileiros possam ministrar cursos e seminários no Haiti.

Fonte: Portal Terra

MEC concederá bolsas de pós-graduação para melhores no Enade

O Ministério da Educação vai conceder bolsas de estudos em cursos de pós-graduação para estudantes universitários concluintes que apresentaram as melhores notas em cada curso do Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade) em 2007 e 2008. A medida foi publicada no Diário Oficial da União desta terça-feira, 27de abril.

O Inep, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira, por meio da Diretoria de Avaliação da Educação Superior, em parceria com a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior – CAPES, será responsável pela implementação das bolsas de estudo. O prazo estabelecido foi de 12 meses para o ingresso dos estudantes em programas de pós-graduação.

Para ter direito ao benefício, o estudante concluinte deverá apresentar ao Programa de Pós-graduação no qual foi selecionado, cópia do Boletim de Desempenho do estudante emitido pelo Inep, para que esse solicite a implementação da bolsa de estudos.

As bolsas terão prazo máximo de duração de 24 (vinte e quatro) meses para o mestrado e de 48 (quarenta e oito) para o doutorado.

Fonte: Portal Terra

Novo Fies terá mensalidades fixas e contratação retroativa

O ministro da Educação, Fernando Haddad, disse nesta terça-feira (20) que a Presidência da República deve editar nos próximos dias uma medida provisória que define o perfil do novo Fies (Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior).

“Recebemos uma demanda do movimento estudantil de que as mensalidades fossem fixas ao longo de todo o financiamento, o que está contemplado no novo Fies”, afirmou Haddad.

O ministro destacou ainda que, tão logo publicada a medida, será aberto um período de testes e que na semana seguinte as inscrições estarão abertas.

O novo fundo terá, no primeiro momento, a operação da Caixa Econômica Federal, podendo posteriormente ser operado por outras instituições financeiras. Problemas para migrar o sistema de informações da Caixa para o MEC atrasaram o início das inscrições, conforme revelou a Folha.

Permanece a exigência do fiador é obrigatória, mas o MEC estuda a criação de um fundo garantidor, a partir da contribuição de 10% das instituições do valor do financiamento. O desenho do fundo está em análise e deve estar à disposição dos estudantes no segundo semestre.

O novo Fies terá juros de 3,4% ao ano, prazo de quitação de três vezes a duração do curso e a carência de 18 meses após a formatura para iniciar os pagamentos. Estudantes formados em cursos de licenciatura, que atuarem como professores da rede pública de educação básica, e de medicina, que atuarem como médicos do programa Saúde da Família, poderão abater 1% da dívida para cada mês trabalhado.

Outra modificação diz respeito ao momento de contratação do financiamento: o estudante pode fazer o financiamento em qualquer época do ano, retroativo ao semestre que está cursando.

Fonte: Folha Online

II Semana de Educação Matemática da UESB

A II Semana de Educação Matemática – II SEEMAT , promovida pela Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia, situada na cidade de Vitória da Conquista, Bahia, acontecerá no período de 25 a 28 de maio e as inscrições para  submissão de trabalhos é até 30 de abril e o período para aouvintes deverão ser feitas entre os dias 7 e 24 de maio.

Discutindo as tendências no ensino da Matemática” é o tema central do evento deste ano, que terá em sua programação minicursos, mesas-redondas e atividades culturais.

Mais informações no Labomat, por meio do telefone (77) 3425-9348, no Colegiado de Matemática, pelo número 3424-8662, ou através do e-mail 2seemat@gmail.com.

Celulares ajudam na alfabetização de jovens paquistanesas

Uma parceria entre a Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura (Unesco) e a empresa de celulares Mobilink forneceu a jovens paquistanesas acesso à alfabetização.

O projeto piloto teve início em 2009 e durou cinco meses, com a entrega de aparelhos de celular para 250 adolescentes. Todos os dias, elas receberam mensagens de texto em urdu, o idioma oficial do Paquistão e precisaram responder a esses alertas. As garotas tiveram a ajuda de dez professores indicados por uma ONG do país.

As alunas foram avaliadas pelo aprendizado e por ganho de conhecimentos. No começo do projeto, 57% das adolescentes tiraram nota C e apenas 28% conseguiram nota A. Perto do fim do programa, a situação foi revertida: mais de 60% das garotas conseguiram nota A e 11% tiraram nota C.

Com o sucesso do projeto piloto, a Unesco e os parceiros decidiram expandir o programa e incluir outras 1.250 garotas de áreas rurais em distritos da cidade de Punjab.

ODM
O diretor da Unesco no Paquistão, Warren Mellor, afirmou que a tecnologia moderna pode ajudar a alcançar a meta da alfabetização universal. Ele lembrou que o país está comprometido a ter 86% da população alfabetizada até 2015.

Na opinião do presidente da companhia Mobilink, Rashid Kahn, os celulares são a chave do desenvolvimento social e o programa no Paquistão quer garantir que as mulheres sejam parte desta revolução.

Fonte: Portal Terra

Apostilas do o 1º e 2º ano para download – CEPAC

Segue abaixo os links , para download das  apostilas de exercícios do 1º e 2º ano.

Apostila de Exercicios de cálculo(Razão e proporção) do 1º e 2º ano.

1ª Apostila de exercícios de Matemática ( Conjunto) do 1º ano.

2ª Apostila de exercícios de Matemática ( Operações com conjuntos)

Respondam os exercícios, porque às avaliações  serão baseadas nelas.

Obs: Os links acima é do Megaupload para baixar os arquivos, é  só digitar as chaves e esperar o icone de baixar aparecer, depois é so clicar no local correspondente, salve em seu computador . Qualquer erro nos downloads, envie um e-mail para: sogenes.ba@gmail.com  relatando o problema.

BOM ESTUDO!

ABERTURA DE INSCRIÇÕES DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MATEMÁTICA (CEMAT)

Estão abertas as inscrições de  Especialização em Matemática – CEMAT da UESC, do dia 15/03/2010 a 20/04/2010. Podem candidatar-se profissionais portadores de diploma ou de certidão de conclusão de curso de graduação plena em Matemática, Física, Química, Computação ou Engenharia.

O Processo seletivo constará de 03 (três) etapas, sendo as duas primeiras de caráter eliminatório e a terceira de caráter classificatório conforme discriminação abaixo:

Etapa 1 – Corresponde a análise da carta de apresentação, histórico escolar e o Curriculum Vitae, formato Lattes, devidamente comprovado.

Etapa 2 – Constará entrevista junto ao coordenador e/ou membro do corpo docente do curso, para candidatos selecionados na etapa I.

Etapa 3 – Constará de prova escrita classificatória, cujo conteúdo será divulgado previamente aos candidatos aprovados na etapa 2.

Para maiores informações:

Prof. Dr. Sérgio Mota Alves(Coordenador)

Fones: (73)88537789 – (73)36333204

Email: smalves@uesc.br

Baixe o edital da UESC

O Plano Nacional de Educação, que será debatido na Conferência Nacional de Educação (Conae), em Brasília, entre os dias 28 deste mês e 1º de abril, tem como um dos desafios garantir oportunidades, respeito e atenção educacional às demandas específicas de estudantes com deficiências, jovens e adultos defasados na relação idade-escolaridade, indígenas, afro-descendentes, quilombolas e povos do campo.

Legalmente, a inclusão destes grupos na escola pública é garantida – a Lei de Diretrizes e Bases (LDB), que entrou em vigor em 1996 prevê, entre outros pontos, “igualdade de condições para o acesso e permanência na escola”.

Entretanto, o acesso à escola não quer dizer acesso a todas as oportunidades pedagógicas. Para garantir este direito não é preciso apenas fornecer recursos materiais – como materiais didáticos nas linguagens adequadas a cada grupo, equipamentos, adequação do espaço físico das unidades escolares – mas também a preparação do professor que fará a inclusão destes alunos.

Evolução

De acordo com a pesquisadora Rossana Ramos, autora do livro “Inclusão na prática – Estratégias eficazes para a educação inclusiva”, historicamente, a escola brasileira sempre foi conservadora e ineficiente. Isso pôde ser visto claramente na década de 90, logo após a aprovação da LDB, quando começou a inclusão de alunos com deficiências na escola comum. A mudança refletiu imediatamente na reação dos profissionais. “Fui testemunha de casos como o de uma professora que, ao saber que receberia em sua sala um aluno com deficiência leve, teve um princípio de enfarte”, conta.

Segundo ela, existiu também a resistência por parte de famílias de crianças sem deficiência que consideravam a presença do deficiente como algo prejudicial a seus filhos, tendo em vista que a exigência de uma atenção especial do professor a esse aluno poderia atrapalhar o desenvolvimento das aulas.

Entretanto, vários fatores trabalharam para mudar esse quadro. Os mais importantes, segundo Rossana, foram: a força da lei e o processo de conscientização da sociedade.

Atualmente, a pesquisadora considera que o processo de inclusão já está bem estabelecido no Brasil. “Aos poucos, as questões e equívocos vêm sendo desfeitos por conta tanto da necessidade de se resolver o problema quanto pelo empenho do governo em capacitar os profissionais da educação para essa nova empreitada.”   

A perspectiva para o futuro nesta questão é animadora. “A busca por novos meios e recursos para o deficiente vêm causando uma mudança estrutural que consequentemente reflete na educação dos alunos sem deficiência”, avalia.

Na opinião de Rossana, há agora novas formas de preparar as aulas, avaliar o desempenho dos alunos e compreender o processo de ensino e aprendizagem, que surgem quando se tem alguém com alguma diferença na sala de aula.

Fonte: Portal IG

Porto Seguro realiza Congresso Internacional de Educação

Será realizado em Porto Seguro (BA), no período de 14 a 17 do mês de abril deste ano, o Ciecodes – Congresso Internacional de Educação da Costa do Descobrimento. O congresso será realizado em uma parceria dos formandos de mestrado da Universidade Lusófona de Lisboa – Portugal, o Náutico Praia Hotel & Convention Center e o Porto Seguro Convention & Visitors Bureau; e contará com palestrantes internacionais como o professor Antônio Teodoro da ULHT, de Lisboa e Prof. Nicos Bolama, da Guiné Bissau entre outros renomados doutores.

O conteúdo científico do congresso abordará Políticas Públicas e Práticas Educativas e será apresentado no Centro de Convenções do Hotel Náutico Praia & Convention Center, com palestras e grupos de trabalho durante o todo o período diurno nos dias do evento, e ainda contará com festas culturais que também integram o evento.

Porto Seguro foi escolhida como cidade-sede do congresso em função da sua ligação com os países da língua lusófona, por ser berço do descobrimento do Brasil e por seus atrativos turísticos, da infraestrutura de aeroporto e da rede hoteleira. A expectativa dos organizadores é de mais de mil inscritos vindos de diversos pontos do país como São Paulo, Brasília, Minas Gerais, Extremo Sul da Bahia e outros. As inscrições são abertas ao público em geral, maiores informações www.ciecodes.com.br.

Fonte: Jornal Turismo

MEC nega pedidos de abertura de cursos tecnológicos

A Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica do Ministério da Educação publicou nesta sexta-feira no Diário Oficial da União quatro portarias negando pedidos de diferentes instituições para a abertura de cursos superiores em tecnologia. A razão é que as faculdades não apresentaram as condições mínimas de qualidade exigidas pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).

Os pedidos indeferidos pelo MEC foram: Tecnologia em Gestão Ambiental da Faculdade do Pará; Tecnologia em Processos Gerenciais da Faculdade Cândido Mendes de Vitória (ES); Tecnologia em Design de Interiores da Faculdade Unime de Ciências Exatas e Tecnológicas (BA); e Tecnologia em Gestão da Produção Industrial da Faculdade Interativa de Tecnologia e Ciências.

Todas as instituições tiveram prazo para recorrer dos resultados das avaliações, comunicado a elas anteriormente pelo MEC. Se quiserem recorrer, as faculdades precisam se dirigir ao Conselho Nacional de Educação. Mas a decisão tomada pela Setec impede que elas solicitem de novo a abertura desses cursos por dois anos.

Andréa Andrade, diretora de Regulação e Supervisão da Educação Profissional e Tecnológica da Setec/MEC, explica que as comissões de avaliação de cursos do Inep analisam três pontos principais: corpo docente, infra-estrutura física do curso e a formação didática e pedagógica das graduações. “Dentro de cada um desses aspectos, há diversos sub-indicadores de qualidade considerados pelos avaliadores”, afirma.

A falta de corpo docente qualificado, a ausência dos professores durante a visita à instituição, a precariedade de laboratórios ou a apresentação de currículos que não cumpram as exigências feitas no Catálogo Nacional dos Cursos Superiores de Tecnologia são motivos para que o julgamento dos especialistas seja ruim. “Esse tipo de análise é rotineiro. Cerca de 10% dos pedidos costumam ser negados”, afirma.

Para Andréa, antes de solicitar a abertura de um curso, as instituições deveriam conferir nas instruções do MEC e do Inep as condições mínimas necessárias para a autorização. Parece óbvio, mas não é que ocorre com todas as faculdades.

Fonte: Portal IG