Mais de 1/3 dos brasileiros acessam o email do trabalho durante as férias, diz estudo da Unisys

Os entrevistados visualizam conteúdo referente ao trabalho enquanto dirigem, veem TV e até mesmo em festas de família.


Uma pesquisa encomendada pela Unisys à IDC sobre a chamada “Consumerização de TI, ou seja, o uso das chamadas tecnologias de consumo (dispositivos móveis e redes sociais) no ambiente de trabalho, revela que 36% dos brasileiros entrevistados checam seu e-mail do trabalho durante as férias.

O estudo ouviu 306 iWorkers (funcionários que utilizam as tecnologias da informação como parte de seu dia a dia)  no País, todos eles residentes nas principais cidades do Brasil. Dos consultados, 77% afirmaram que conferem seu e-mail pessoal durante os dias de folga.

Outras situações inusitadas em que os brasileiros entrevistados relatam abrir seu e-mail profissional são: assistindo televisão (40%); no carro, como passageiro (42%); numa reunião de família (21%); na cama (20%) e no carro, dirigindo (18%).

O levantamento ainda mostra que os entrevistados que usam o IPad da empresa para negócios tendem a trabalhar mais, a partir de diferentes lugares e situações,  do que aqueles que usam outros dispositivos. Enquanto pouco mais de 1/3 afirmam acessar o e-mail profissional nas férias, esse número sobe para 45% entre os que utilizam o tablet corporativo, ou seja, quase metade dos brasileiros consultados.

Quando estão como passageiros no carro, 75% dos usuários de iPads da empresa checam seu e-mail profissional. Outro local onde esse comportamento é bastante recorrente são os restaurantes: 68% dos trabalhadores responderam que utilizam o tablet da empresa para conferir mensagens de sua caixa nesses locais.

”Apesar das empresas brasileiras reconhecerem que estas tecnologias são importantes para o dia a dia dos seus funcionários, pouco tem sido feito para fornecer suporte adequado para estes equipamentos e aplicações no ambiente de trabalho”, “É como se as organizações não quisessem enfrentar a realidade, simplesmente porque não sabem como lidar com este novo cenário”, complementa.

“As organizações de TI devem notar que os limites entre os tempos pessoal e de trabalho estão desaparecendo e que os funcionários estão usando dispositivos pessoais para acessar tanto informações corporativas como pessoais”, explica Paulo Roberto. “As áreas de TI deveriam começar a implementar processos novos e mais dinâmicos alinhados com o novo comportamento de trabalho e necessidades dos usuários.

Não basta apenas oferecer suporte para dispositivos adquiridos pelas empresas. É também essencial oferecer suporte para as tecnologias de uso pessoal dos funcionários, que são utilizadas no ambiente de trabalho, e estabelecer políticas e práticas de segurança apropriadas”, diz Paulo Roberto Carvalho, diretor de negócios de outsourcing da Unisys no Brasil e América Latina.

O estudo divulgado pela Unisys entrevistou também 101 executivos de diversas organizações localizadas no Brasil. Globalmente, foram consultados aproximadamente 2660 iWorkers e cerca de 560 líderes de áreas de TI de nove países (incluindo o Brasil).

Fonte: Tecmundo

Abertas inscrições para bolsas a professores brasileiros nos EUA

Programa pagará estadia e despesas de 30 docentes brasileiros de língua portuguesa por nove meses

A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) seleciona 30 bolsistas para professor assistente de língua portuguesa nos Estados Unidos por nove meses entre 2012 e 2013. As vagas são para brasileiros licenciados ou bacharéis em Língua Portuguesa ou Língua Inglesa.

A bolsa inclui os benefícios de moradia, alimentação, transporte loca, seguro saúde e passagem
aérea de ida e volta. Os valores dos benefícios aferidos se darão de acordo com a localidade em que o profissional for selecionado para trabalhar.

De acordo com o edital nº 30/2011, o candidato não deve ter nacionalidade estadunidense, precisa ter proficiência em inglês e residir no Brasil durante o processo seletivo. Também é vedada a participação a pessoas que recebam bolsa ou benefício financeiro de outras entidades brasileiras para o mesmo objetivo.

Os interessados deverão preencher, até 30 de setembro, o formulário de inscrição disponível na página da Comissão Fulbright e enviar documentação complementar descrita no edital. Mais informações pelos telefones (61) 3248.8603 (Comissão Fulbright) e (61) 2022-6668 (Capes) ou pelos endereços eletrônicos rejania@fulbright.org.br e marcelo.fonseca@capes.gov.br.

Fonte: IG

Homossexuais já podem usar nomes sociais nas escolas

 

Millena ( esq.), presidente da Assco. de Travestis, e a transexual Maria Fernanda celebram decisão

 

A cada vez que a transexual Maria Fernanda, 26 anos, é chamada pelo nome masculino do registro civil, seja por lapso ou maldade, sua intuição acusa o preconceito. “Às vezes a gente sente que é de propósito. Quando os professores são religiosos, aí é que chamam mesmo”, revela a estudante do 3º ano do ensino médio de um colégio estadual, no Cabula.

Nesta segunda-feira, 25, o Conselho Estadual da Educação deu um passo que pode beneficiar histórias como a de Fernanda. Por 18 votos a quatro, foi aprovado o parecer que concede o direito a transexuais e travestis de usarem seu nome social – identificação preferida à do registro oficial – no ambiente escolar.

“Quando o professor chama pelo nome civil, ele ostenta o preconceito”, reforça a presidente da Associação de Travestis e Transexuais de Salvador (Atras), Millena Passos.

O conselho também estendeu o direito às demais pessoas que fundamentem esta necessidade, como, por exemplo, donos de nomes incomuns.

Arbítrio – Mas a aprovação do parecer não tem força de lei e não pode obrigar os estabelecimentos de ensino a seguirem seu entendimento. Entretanto, é um indicador de qual será a orientação da política estadual sobre o assunto. Para ser obrigatório, o tema teria que ser regulamentado numa resolução do conselho ou por lei estadual.

Estão subordinadas às decisões do conselho apenas as escolas de ensino fundamental e médio, além das universidades estaduais. Universidades particulares e as federais são reguladas pelo Ministério da Educação (MEC).

A direção da Secretaria de Educação do Estado, que anteriormente se mostrou favorável à medida, nesta segunda não comentou a decisão do conselho, pois ainda não havia sido informada oficialmente. Mas, a assessoria de comunicação da secretaria reforçou que o entendimento do conselho costuma ser seguido.

Proposta – Pela proposta do conselho, o nome social poderá ser usado no ambiente interno da instituição de ensino, como listas de chamadas, boletins, registros do aluno e, principalmente, no relacionamento com professores, funcionários e colegas. Mas documentos da instituição destinados ao público externo, como os diplomas, por exemplo, continuariam a usar o nome do registro civil.

Fonte: A Tarde

Cibercultura: o que muda na Educação

Série “Cibercultura: o que muda na Educação” – Salto para o Futuro/TV Escola (MEC) – 25 a 29 de Abril de 2011 – consultoria de Edméa Santos (PROPED-UERJ).

Playlist com 5 vídeos:

1: EAD: antes e depois da cibercultura; 2: A docência online; 3: Currículo multirreferencial; 4: Outros olhares sobre cibercultura e educação; 5: Cibercultura e educação em debate.

A Publicação Eletrônica n. 3/2011 referente à série encontra-se disponível para download.


Fonte: Blog de João Matar

Britânica diz que alunos brasileiros seriam “vacas leiteiras”

Sindicato das universidades do Reino Unido acusa instituições de atrair 10 mil estudantes do Brasil para pagar rombo no orçamento

Autoridades do meio universitário britânico estão sendo acusadas de tentar sanar um rombo no financiamento de instituições britânicas atraindo 10 mil alunos brasileiros para universidades particulares locais, segundo reportagem publicada neste domingo pelo jornal The Observer. Os estudantes iriam com bolsas do governo brasileiro que seriam pagas às instituições.
No mês passado, o ministro da Educação, Fernando Haddad, e o de Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, anunciaram que um projeto para oferecer 75 mil bolsas no exterior seria apresentado à presidenta Dilma Rousseff nos dias seguintes.
Segundo o Observer, a tentativa de acordo entre Grã-Bretanha e Brasil foi iniciada no mês passado, quando o ministro das Universidades britânico, David Willetts, esteve no Brasil. O jornal diz que o plano é de que o governo brasileiro destinasse um total de 18.700 libras para cada estudante (cerca de R$ 47 mil).
De acordo com o jornal, o projeto recebeu críticas por parte da secretária-geral do Sindicato de Universidades e Faculdades, Sally Hunt. Em entrevista ao Observer, Sally Hunt afirmou que a Grã-Bretanha ‘’se beneficia enormemente com a vinda de estudantes e funcionários de todo o mundo. Mas o governo não deveria usar estudantes estrangeiros como ‘vacas leiteiras’ e como forma de pagar pelo seu fracassado plano de financiamento universitário”.
Universidades brasileiras fora do ranking
O jornal lembra que o Brasil não possui nenhuma instituição de ensino no tradicional ranking publicado anualmente pelo jornal britânico The Times, o Times Higher Education Supplement, que lista as 200 mais importantes universidades mundiais.
O Universities UK, órgão que representa universidades britânicas, elogiou o plano, dizendo que ele promete “beneficiar estudantes dos dois países e suas economias” e que as bolsas destinadas a brasileiros seriam para períodos de estudos inferiores a um ano. Um porta-voz do governo britânico informou ao Observer que as conversas com o Brasil ainda estão em estágio inicial.

Cortes de gastos
O Observer cita que a tentativa de acordo bilateral se segue a um corte de 200 milhões de libras (R$ 500 milhões) do financiamento estatal da educação superior na Grã-Bretanha, num momento em que a coalizão governista tenta conter o deficit público do país. Isso deve significar, segundo o jornal, 24 mil vagas a menos para estudantes britânicos e da União Europeia.
Cortes nas verbas do ensino superior desencadearam uma onda de protestos estudantis na Grã-Bretanha no final do ano passado. “Ainda que os brasileiros não ocupem lugares que, de outra forma, estariam disponíveis para estudantes britânicos e europeus, a preocupação é de que o modelo de financiamento do governo para a educação superior fique cada vez mais dependente de atrair (estudantes) estrangeiros que, se tivessem nascido na Grã-Bretanha, talvez tivessem dificuldades em obter uma vaga na universidade”, afirma o Observer.

Fonte: IG

Dilma sanciona lei que reduz pena de preso que estuda

A presidente Dilma Rousseff sancionou a alteração na lei 7.210 (Lei de Execução Penal) que reduz a pena de presos que estudem, sejam eles provisórios ou condenados em regime semiaberto, fechado ou em liberdade condicional. O texto foi publicado na edição desta quinta-feira do “Diário Oficial da União”.

A mudança na lei, que tinha sido aprovada pelo Senado, reduz um dia de pena a cada 12 horas de frequência escolar no ensino fundamental, médio, profissionalizante, superior ou de requalificação superior.

Segundo o texto, as 12 horas de frequência escolar devem estar divididas em, no mínimo, três dias. Ao final do curso, o preso terá direito ao acréscimo de um terço nos dias a serem remidos –exceto nos níveis profissionalizante e de requalificação profissional. Caso o preso cometa alguma infração, pode ser punido com a perda de parte do benefício.

A mudança na lei permite que as atividades de estudo sejam desenvolvidas de forma presencial ou à distância, desde que certificadas pelas autoridades dos cursos frequentados. Pela lei, a remição da pena deve ser declarada pelo juiz da execução penal.

Também está no texto que as autoridades administrativas dos cursos devem encaminhar mensalmente ao juiz de execução cópia do registro de todos os condenados que estudam para a comprovação da frequência e aproveitamento escolar.

A legislação brasileira já previa a redução de um dia de pena a cada três dias de trabalho, mas não vinculada ao estudo. Segundo o Ministério da Justiça, há súmula do STJ (Superior Tribunal de Justiça) com o entendimento de que frequência em salas de aula é causa de “remição de parte do tempo de execução de pena sob regime fechado ou semiaberto”.

Para o Ministério da Justiça, a mudança permite a reintegração social dos apenados e inova ao estender o benefício para os presos em regime aberto e em liberdade provisória. “A melhoria da formação escolar e da capacitação profissional ajudará o preso a encontrar um emprego e dar início a uma nova vida depois de sair da prisão. Isso afasta as chances de reincidência criminal”, disse o secretário de Assuntos Legislativos do ministério, Marivaldo Pereira.

Segundo dados do Depen (Departamento Penitenciário Nacional) do Ministério da Justiça, apenas 40 mil presos, dos 496 mil do país, realizam alguma atividade educacional. Do total de presos, 25 mil são analfabetos e somente 1.800 presos possuem ensino superior completo.

Fonte: Folha.com

Crianças surdas aprendem mais rápido em libras

Federação Nacional de Integração e Educação dos Surdos é contra a inclusão de alunos com deficiência auditiva em classes regulares

Criança surda que estuda por meio da Língua Brasileira de Sinais (Libras) – em meio a professores e colegas também sinalizadores – aprende a ler e a escrever mais cedo e melhor do que aquelas inseridas em salas de aula regulares. Esse é um dos resultados da pesquisa do professor Fernando Capovilla, da Universidade de São Paulo (USP).“A primeira língua do surdo é Libras. Colocar uma criança de 5 anos dentro de uma sala de ouvintes é como botá-la numa escola chinesa”, diz Capovilla. Desde 2001, ele avaliou 9.200 alunos surdos e com dificuldade auditiva. Com idade entre 6 e 25 anos e escolaridade que variava do início do fundamental ao fim do superior, eles passaram por uma bateria de testes.

Os resultados desse levantamento estão em concordância com o que reivindica a Federação Nacional de Integração e Educação dos Surdos (Feneis). A organização é contra a política de inclusão do Ministério da Educação (MEC), que prevê que esses alunos frequentem salas de aula regulares, com a presença de intérprete e, no contraturno, recebam um atendimento especializado.

“Estamos lutando para que a educação de surdos seja considerada no mesmo patamar da indígena, isto é, que os surdos não sejam enquadrados na categoria da educação especial, e sim na educação bilíngue. Libras como a primeira língua e português como segunda”, afirma Patrícia Rezende, diretora de Políticas Educacionais da Feneis. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte: Portal IG

Federação Nacional de Integração e Educação dos Surdos é contra a inclusão de alunos com deficiência auditiva em classes regulares

Aluna ganhará indenização de R$ 5 mil após insulto de professor

A Justiça de Minas Gerais determinou que a Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC-MG) indenizará uma estudante por danos morais após um professor da instituição insultar a jovem. O valor da indenização foi definido em R$ 5.450. A estudante de Administração de Empresas foi reprovada por seu orientador de monografia após ele dizer que seu trabalho era “horrível, um lixo”, segundo a jovem.

O processo foi aberto em julho de 2009. Perante a Justiça, a aluna contou que sempre foi aprovada com nota superior a 70, frequentando regularmente as disciplinas, e que este professor frequentemente a humilhava sem motivos além de lhe intimidar para que ela não fizesse perguntas. A universitária ainda afirma que em nenhum momento recebeu orientação do professor quanto ao texto da monografia, e que ele apenas marcava trechos e mandava refazê-los, sem explicações.

A PUC-MG defendeu a atuação do professor e afirmou que a demanda da jovem não passava de “inconformismo de aluna reprovada” porque os fatos alegados não eram verdadeiros. A universidade declarou que, ainda que estivesse sob a orientação do professor há dois semestres, a estudante nunca reportou problemas antes, mas apenas dois dias da entrega da monografia.

Fonte: Terra

Espanha proíbe venda de refrigerantes e doces em escolas

O Congresso espanhol aprovou hoje lei que impõe restrições rígidas à venda de alimentos e bebidas dentro de instituições de ensino. A Lei de Segurança Alimentar e Nutrição proíbe a venda de guloseimas, salgadinhos, doces industrializados e refrigerantes dentro das escolas. A lei ainda bane alimentos e bebidas com alto teor de gordura trans, gorduras saturadas, sal ou açúcar, conforme informou o jornal El País.

O objetivo da medida é controlar o aumento da obesidade infantil na Espanha. Segundo o Ministério da Saúde daquele país, 25% das crianças sofrem de sobrepeso ou obesidade. O tratamento de doenças derivadas destes problemas consome 7% do total de gastos do Sistema Nacional de Saúde (equivalente ao SUS brasileiro), cerca de 2,5 milhões de euros.

A lei recém aprovada também prevê regras quanto à alimentação a ser oferecida nos colégios. A merenda deverá ser saudável e determinada por nutricionista. O ministério da saúde sugeriu aos estudantes que comam frutas, petiscos não industrializados, e tomem muita água.

 

Fonte: Terra

I Simpósio Baiano de Licenciaturas – Tema: “Estágio supervisionado, formação e desenvolvimento profissional docente”

 

Estudiosos da área de educação, professores e alunos de licenciaturas estarão reunidos no campus da Uesb de Vitória da Conquista, nos dias 11 e 12 de agosto, para discutir o papel do estágio supervisionado no processo de formação docente. O objetivo é promover intercâmbio entre pesquisadores, profissionais do ensino básico e discentes, contribuindo assim para a divulgação da produção científica na área de educação.

As inscrições para submissão de trabalhos já estão abertas e podem ser feitas até 10 de julho. As pesquisas devem ser relacionadas aos eixos temáticos disponíveis aqui e os trabalhos aceitos serão divulgados dia 18 de julho. Os interessados em participar do evento apenas como ouvinte também já podem se inscrever, tendo como prazo o dia 11 de agosto.

Em caso de dúvida, acesse o site do evento no endereço eletrônico www.sbl2011.galoa.com.br. O simpósio é uma realização da Uesb, da Sociedade Brasileira de Educação Matemática (SBEM-BA) e da Fundação de Amparo a Pesquisa do Estado da Bahia (Fapesb). Prestigie!

Fonte: UESB